A CAMINHADA DAS NOSSAS VIDAS!


Temos que fazer
a nossa caminhada
caminhando pelos trilhos
e locais da nossa paixão!
Caso contrário,
a nossa 'caminhada da vida'
não possui qualquer valor!

2020.mai.24 - Monteiro deQueiroz


POR TERRAS DE 'HEREMITA DE SUBTUS MONTE PENA GUIAN"

"Temos que fazer a nossa caminhada caminhando pelos trilhos e locais da nossa paixão! 
Caso contrário, a nossa 'caminhada da vida' não possui qualquer valor!"
24.mai.2020 - Monteiro deQueiroz 

POR TERRAS DE 'HEREMITA DE SUBTUS MONTE PENA GUIAN"

Carta de Doação de 'heremita de subtus monte Pena Guian' a 'Bono Homini' por D. Sancho I em Agosto de 1202

"In Dei nomine. Ego rex domnus Sancius una cum filiis et filiabus meis facio tibi Bono Homini kartam de hereditate mea propria quam habeo in Pena Guian. Et est pernominata illa heremita de subtus monte Pena Guian quomodo diuidit cum Ferraria et de alia parte cum populatione de Fontes et de Crastelo et de Tauuadelo. (...)"

via 'Idade Média no Distrito de Vila Real', Tomo I, de João Parente, Âncora Editora, 2013, p 201.








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Percurso não sinalizado

Com início no miradouro da Pedra Bela, este percurso, não sinalizado, passa por vários pontos de interesse natural como a Cascata do Arado e o Vale Teixeira. São cerca de 11km de forma circular com um grau de dificuldade moderado. A Cascata do Arado é uma queda de água fluvial localizada no Rio Arado, rio esse que é formado por outros fluviais entre eles o Rio Teixeira, que atravessa o Vale Teixeira.
     16 de Dezembro de 2017 foi o dia escolhido para realizar este percurso, com o tempo ótimo e entre o sol e o tempo fresco deste inverno. Entre amigos, o grupo formado com cinco pessoas com o mesmo gosto pelo trekking. A tudo isto juntamos a nossa boa disposição para tirarmos o maximo partido deste dia, que grande dia que foi!
     Para terminarmos a nossa caminhada de Natal de 2017, o almoço foi na Casa do Criado que presta serviços de alojamento local e restauração, situado-se na localidade de Ermida, dentro do Parque Nacional da Peneda Gerês.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018 |

O pedestrianismo é uma atividade desportiva


O pedestrianismo é uma atividade desportiva, não competitiva, praticada essencialmente em ambientes naturais, obtendo os seus praticantes os benefícios inerentes à prática de atividades ao ar livre. Por ser praticado na natureza, proporciona uma interação que incentiva a observação desse meio, levando a um maior conhecimento dos valores naturais (faunísticos, florísticos, geológicos, etc.), funcionando ainda como uma forma de escapar ao stress e sedentarismo do dia a dia vivido nas cidades, permitindo ao mesmo tempo um maior conhecimento de nós próprios.

Normas de Conduta do Pedestrianismo 
- Antes de iniciar a caminhada, informa alguém do percurso que irás fazer; 
- Certifica-te de que possuis o equipamento adequado e os mantimentos necessários; 
- Evita sair do trilho identificado, não utilizes atalhos; 
- Respeita a sinalização existente; 
- Quando fizeres marchas guiadas, nunca ultrapasses o guia, ouve o que ele tem para dizer; 
- Não pratiques atos que coloquem em risco a tua segurança e a dos outros; 
- Mantém uma marcha organizada, evita perturbar o meio que te rodeia; 
- Não abandones lixo, transporta-o até ao local de recolha mais próximo; 
- Evita barulhos e atitudes que perturbem a vida animal, não recolhas ou destruas plantas ou formações geológicas; 
- Respeita a propriedade privada. Deixa-a devidamente vedada tal como a encontras-te; 
- Contacta com a população local, conhece a sua cultura e a sua História.

Equipamento e cuidados 
Nas caminhadas terás necessidade de trepar rochas, atravessar ribeiros ou saltar no meio da lama. Além disso, as condições meteorológicas influenciam o tipo de caminhada e os cuidados a ter. Assim, há certos aspectos que terás de ter em consideração:

ROUPA: com calor, a roupa deve ser leve, fresca, de cores claras e deves usar um chapéu e óculos de sol; com frio, deves usar roupa de lã ou de fibra polar, gorro, cachecol, luvas e, em caso de chuva, um impermeável. As calças deverão ser desportivas e minimamente resistentes, para o caso de teres de atravessar vegetação mais densa... com calor podes também usar calções, se a vegetação o permitir; 

CALÇADO: as sapatilhas ou botas devem ser confortáveis e com boa aderência a todos os tipos de piso (calçado com sola lisa ou desgastada é desaconselhado), devem proteger o tornozelo e o tamanho deve ser um pouco maior que o que usas normalmente, visto que os pés vão inchando ao longo do percurso. As meias devem ser macias, de preferência sem costuras e grossas; 

MOCHILA: deves levar um cantil ou garrafa com água em quantidade adequada à temperatura do dia e à distância e dificuldade do percurso (nunca bebidas açucaradas, refrigerantes ou alcoólicas, por causarem desidratação), alimentação (snacks energéticos para caminhadas curtas e sandes, fruta e chocolate para caminhadas longas), sacos para o lixo, kit de primeiros socorros e, se necessário, bússola e mapas;

EQUIPAMENTOS ADICIONAIS: em tempo de sol ou na neve, deves usar protetor solar para proteger a pele dos raios UV; um bastão é fundamental para ajudar na caminhada; GPS em caso de necessidade; pedómetro; telemóvel (para chamadas em caso de emergência). Uma máquina fotográfica é sempre um bom acessório para registar os melhores momentos!

Boas caminhadas... com a natureza! 

in www.facebook.com/pg/caminhantes.pt, [Consultado em 25jan2018]

Caminhadas

Caminhadas
O que é!

Conhecido por muitos como, passeios pedestres, pedestrianismo ou ainda por trekking, é uma actividade praticada ao ar livre, e ao mesmo tempo, um desporto de natureza, não competitivo nem agressivo.

É uma actividade que poder e deve ser praticada em grupo, em família, e por pessoas de todas as idades. Para se praticar esta actividade, não requer um equipamento sofisticado, nem material técnico, mas requer algum equipamentos mínimo, que nos proteja do frio, chuva ou neve.

Não requer conhecimentos de cartografia ou orientação, caso se pratique em grupo ou acompanhado por um guia, conhecedor da área, onde se desenrole esta actividade.

É um bom depressivo para combater o stress quotidiano das sociedades urbanas, e ao mesmo tempo permite manter-se activo e saudável.

Permite o conhecimento e a sensibilização do meio ambiente, ao mesmo tempo promove a protecção da Natureza.

Estimula a observação por lugares de interesse histórico, do meio natural, através da observação da fauna e da flora.

Estimula o respeito e admiração pelo nosso património histórico, rural e natural.

Fomenta a amizade e o conhecimento cultural, através das suas gentes, costumes e tradições.

Origem das Caminhadas

As caminhadas ou pedestrianismo, são tão antigas como o homem. Praticar caminhadas ou pedestrianismo é andar a pé, algo que o ser humano teve de fazer desde sempre para se deslocar de um lugar para outro.

Na verdade, muitos dos caminhos que se percorrem na prática das caminhadas parecem ter sempre existido, para ir de uma aldeia a outra, para chegar a uma pequena ermida ou para aceder a velhas ruínas.

As calçadas romanas poderiam ser um primeiro e claro antecedente das caminhadas. O traçado das que não se transformaram em estradas ainda se utiliza. Outro antecedente encontra-se no famoso Caminho de Santiago, um longuíssimo caminho que passou a fazer parte dos percursos catalogados e que só em Espanha conta com mais de 800 km.

Embora o Caminho de Santiago tenha sido um importante precursor das caminhadas ou pedestrianismo, esta actividade, tal como se conhece actualmente, nasceu em França há quase cinco décadas. Ali começaram a criar-se os Percursos de Grande Rota (GR), tornando-se uma actividade associada ao montanhismo e ao excursionismo, mas com uma personalidade própria: um movimento cultural e de lazer para o grande público.

Outros países europeus seguiram, pouco depois, o exemplo francês, e em alguns ocorreu um espectacular desenvolvimento dos GR. Na actualidade, a Alemanha conta com mais de 210 000 km sinalizados, a França tem mais de 40 000 km e a Suíça cerca de 50 000 km. Através destes exemplos pode apreciar-se a grandeza do projecto. Um projecto que superou as barreiras da Europa, já que podem encontrar-se GR não só na maioria dos países europeus, mas também em nações de outros continentes, como os Estados Unidos e a África do Sul.

in https://sites.google.com/view/caminhadas/caminhada, [Consulta em 24jan2018]

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018 | ,

Pedestrianismo

Pedestrianismo

Tão antiga que muitos quase a esqueceram, a arte de andar volta a estar na moda. O pedestrianismo, a marcha de montanha ou, a mais recente, marcha nórdica (nordic walking), as possibilidades são diversas e certamente estimulantes. O pedestrianismo ou caminhada (como por vezes também é chamado) pode ser definido como o desporto de andar a pé geralmente na natureza e em caminhos tradicionais, mas também em meios urbanos. Na verdade, o pedestrianismo trata-se duma actividade multifacetada ligada às áreas do desporto, do turismo e do ambiente. A prática de pedestrianismo pode ser feita em percursos pedestres não sinalizados no terreno ou em itinerários balizados: Grandes Rotas (GR®), Pequenas Rotas (PR®) ou Percursos Locais. O pedestrianismo é, pois, a actividade desportiva, turística e ambiental que consiste em percorrer percursos a pé ao longo de caminhos e trilhos, preferencialmente tradicionais ou históricos, na natureza ou em meio urbano. Ao contrário de outras actividades de ar livre, a prática de pedestrianismo não envolve grandes dificuldades técnicas. Trata-se, em geral, de uma actividade simultaneamente relaxante e agradável. Daí que possa ser praticada “dos 8 aos 80” anos de idade, em família ou entre amigos.

Para o pedestrianista, a aventura não se encontra no desafio ou ultrapassagem de dificuldades, mas no simples desfrutar de um trajecto a pé. Trajecto que poderá ser feito “à porta de casa” ou num país distante. As possibilidades e os objectivos serão tantos quantos os praticantes. Não gostar de acampar e muito menos de bivacar não constitui desculpa para não andar. A caminhada em terreno irregular é um excelente exercício físico, ao alcance de qualquer um. Os percursos pedestres conduzem a paragens de grande beleza, ruínas de remotos tempos, outros costumes e tradições… O que, de início, são simples passeios poderão tornar-se verdadeiros percursos pedestres. A diferença centrar-se-á nos quilómetros efectuados e nos desníveis vencidos durante a jornada. No final do dia, os refúgios, casas-abrigo, albergarias ou casas de turismo rural possibilitarão um merecido repouso. Os percursos podem ser recreativos ou de lazer, com mais ou menos carácter exploratório e/ou de aventura. O simples prazer de andar por andar, chegar ao topo de uma determinada elevação ou empreender um percurso pelo seu traçado pitoresco, são alguns exemplos. No entanto, o acto de percorrer uma região a pé presta-se particularmente ao contacto directo com inúmeras particularidades da mesma. Os percursos interpretativos ou culturais permitem a observação privilegiada do meio. A geologia e a geomorfologia, a fauna e a flora, a história e a arqueologia ou a arquitectura e o artesanato, as possibilidades são inúmeras. O pedestrianismo pratica-se geralmente em caminhos tradicionais ou antigos, tais como os caminhos medievais ou as estradas romanas, e não só pode como deve contribuir para a sua preservação. Os caminhos de pé-posto constituem geralmente a melhor opção para empreender um percurso. A maior parte dos trilhos foram abertos por gente do campo, conhecedora da região e das particularidades do terreno. Os caminhos atravessam ravinas, rodeiam densos matagais, vencem empinadas vertentes em suaves ziguezagues,... Permitem, muitas vezes, poupar tempo e esforços, são ecológicos e culturais. Os percursos, por muito longos que sejam, na Europa não são designados por “trekkings”. A diferença substancial consiste em estar noutro continente. Muitas vezes, numa viagem organizada, com transportadores e cozinheiro. Actualmente é possível participar num trekk nos Himalaias ou nos Andes. Percursos de vários dias com o objectivo de atingir o campo base do Everest ou fazer o Circuito dos Anapurnas, atingir Machu Picchu ou Punta Union. Em África são por vezes designados “safaris” e incluem, por exemplo, a ascensão do Kilimanjaro (5895 m). Um percurso de cinco dias até ao topo do continente africano. Nos Himalaias, um considerável número de elevações são consideradas treekking peaks não sendo preciso visto para as ascender. (P.C., Jun. 2013)

in http://www.fcmportugal.com/Pedestrianismo.aspx, [Consulta em 24jan2018]

MesaoFrio

MESÃO FRIO

PERCURSOS PEDESTRES

Este percurso pedestre (PR1), decorre por caminhos tradicionais e antigos, de montanha, ermidas, montes, vinhedos e aldeias. Traçado em circuito, numa distância de 12Km, apresenta desníveis ascendentes e descendentes um pouco acentuados. Tem como elemento comum o monte e a vinha, numa simbiose umbilical. É um percurso equilibrado no seu traçado, onde o verde predomina num contraste de cores e horizontes e tendo o rio Douro como cenário principal.

O percurso pedestre está devidamente marcado e balizado, em todas as áreas de interesse, como forma de enriquecer o património, promover a sua preservação, o contacto com a natureza, a interpretação do ambiente, dignificar o território e um desenvolvimento sustentável, a incrementação do desporto natureza e a diversificação da oferta turística – turismo activo.

A garantia de qualidade do percurso, de acordo com as regras e normas aplicadas, conferem credibilidade e segurança aos praticantes e a protecção da natureza.

O percurso tem início no largo da Independência na Vila de Mesão Frio e percorre caminhos e trilhos ancestrais que nos remetem para tempos passados. Do miradouro do Monte de São Silvestre poderá contemplar toda uma visão deslumbrante, descer aos vales de Barqueiros e relaxar ouvindo os pássaros, a água, a labuta nos campos, um assobio, uma cantiga... Luz, água, ar puro, património cultural, fauna, flora... Poderá também, “descobrir” os Marcos Pombalinos da Demarcação da Região do Douro. Desde 2001 Classificada como Douro Vinhateiro pela UNESCO. Enfim, tudo o que você possa imaginar… Entre o monte e o Rio. É neste cenário que lhe propomos repouso, animação, cultura, uma “montanha” de ar puro, de cor e de luz, a pé ou de bicicleta, – por caminhos e carreiros, por montes e vales –, por este cenário natural e edílico.

in http://www.cm-mesaofrio.pt/pagina/147, [Consultado em 22jan2018]

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018 | , ,

Ida a São Gens

Visita a São Gens do Corgo

41°11'13.9"N 7°45'33.2"W
41.187196, -7.759229

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018 | ,

Grande Rota de Penagoyã

Grande Rota de Penaguião


PENAGOYÃ | PENA GUYAM
GRANDE ROTA | GRANDE ROTA
PENA GUYAM | PENAGOYAN
PENAGOYAN | PENAGUYAM
GRANDE ROTA | GRANDE ROTA
PENAGUYAM | PENA GUIÃO
PENA GUIÃO | PENAGUIÃO
GRANDE ROTA | GRANDE ROTA
PENAGUIÃO | PENAGOYà


Sra da Serra
Sra do Viso
Monte Penaguião - Fraga da Ermida


Penaguião - Condado


Mesão Frio - 

Barqueiros -
Cidadelhe - Estrada Romana - Castro Romano - Ponte Romana

Peso da Régua - Ponte pedonal - Barca (passagem do rio Douro) - Estrada Romana - Caminhos de Santiago - Monte Pintassilgo (Marco Geodésico) - Viscondado

Sedielos - Capela de Santiago

Canelas - Fonte do Milho - Monte Raso
Galafura - São Leonardo - Cemitério dos Mouros
Poiares - Cruz de Malta
Moura Morta - Comenda
Lobrigos (São Miguel de) - Santa Marta de Penaguião - Capela de Santa Marta - Padroeira da Região Demarcada do Douro - Viscondado - Pelourinho
Monte de Santa Comba - Moinho de Vento da Pedreira - Moinhos do Corgo - Encantamento (os miúdos iam para lá brincar, sujavam, e depois aparecia sempre limpo)
Justa Maria Rita -

Medrões - Pousadouro (Cabeça de Concelho)

Fontes - Marquesado - Monte de São Pedro de Fontes - Pena Aguda

Cumieira - Monte de Santa Bárbara

Lobrigos (São João Baptista de) - Monte Argemudanes (São Pedro de Lobrigos) - Igreja de Lobrigos


Forais e doações







-Rota dos Pedreiros - Arquitectos do Douro


-Rota das Grandes Quintas das Terras de Penaguião



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